
Ou "A arte da Imperfeição" é um conceito japonês, que nos lembra que nada precisa ser perfeito, basta aceitá-lo como ele é. Um marido teimoso, uma cortina furada, um cachorro lambão. Todos eles possuem outras características, qualidades, que são ofuscadas pela nossa constante necessidade de perfeição. Aceitar nas coisas, nos outros e, principalmente em si mesmo, que a energia gasta para polir e "perfeccionizar" impede que ela seja gasta na direção certa, do crescimento real, do aprimoramento. Amar o simples, o velho, o natural. Porque tudo é imperfeito, impermanente, incompleto.
O excesso de controle desativa caminhos para a fluidez. Para controlar os imprevistos, acaba não deixando espaço à inovação, à mudança, ao inesperado. Que bagunça, mas também evolui. Lembro de meu professor de Históra dizendo que o lema de nossa bandeira, uma máxima positivista, está totalmente errado: para que haja progresso, é imprescindível certa dose de desordem, para destruir o que está errado, abrindo espaço para a construção do certo. É possível que tudo esteja razoavelmente bem, sem que esteja perfeito. E esgotar as forças para endireitar o que, na verdade, não faz muita diferença, é perder fôlego para soprar as velas para o horizonte.
O excesso de controle desativa caminhos para a fluidez. Para controlar os imprevistos, acaba não deixando espaço à inovação, à mudança, ao inesperado. Que bagunça, mas também evolui. Lembro de meu professor de Históra dizendo que o lema de nossa bandeira, uma máxima positivista, está totalmente errado: para que haja progresso, é imprescindível certa dose de desordem, para destruir o que está errado, abrindo espaço para a construção do certo. É possível que tudo esteja razoavelmente bem, sem que esteja perfeito. E esgotar as forças para endireitar o que, na verdade, não faz muita diferença, é perder fôlego para soprar as velas para o horizonte.
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