
Uma tendência do mercado em geral tem sido a entrega on demand de produtos. Isso significa estoque zero (na maioria dos casos), ou mínimo. As fármacias já fazem isso há algum tempo, repondo os produtos direto na prateleira, sem ter que arcar com custos de gerenciar e manter estoques. Antes disso, além de todo o custo envolvido com validade, espaço físico, transporte, etc, ainda existiam os roubos "internos", cujo preço final costumava ser rateado entre os funcionários diretamente envolvidos.
Mas o que me surpreendeu mesmo, foi este artigo do New York Times. Achando que ia ler algo sobre um grande escritor (dada a manchete), e sobre o novo mercado de edição de livros sob demanda, acabei chegando em um organizador (que é o que ele faz, na verdade), que emprega uma equipe de programadores que escrevem coletores de dados na Web para montar livros sob demanda, de acordo com o interesse do cliente. Os livros já "montados" são divulgados para a venda, e quando alguém compra, aí que são realmente impressos. Devastadoramente moderno. E bem melhor que o povo que "monta" dissertações, monografias e trabalhos como profissão, engrossando as fileiras da corrupção.
Algo parecido, em termos de distribuição, já vinha sendo feito pela maior biblioteca pública de New York City, que imprime livros para os usuários, ao invés de emprestá-los. Basta que o título pertença à Open Content Alliance na Web (que conta com cerca de 200 mil livros), e seja levado à biblioteca em um dispositivo digital. E isso tudo de graça.
Aliás, falando em leitura, a Austrália também dá exemplo. Dizem que por lá você tem livros disponíveis nos ônibus. Pena que eu enjôo...
Mas o que me surpreendeu mesmo, foi este artigo do New York Times. Achando que ia ler algo sobre um grande escritor (dada a manchete), e sobre o novo mercado de edição de livros sob demanda, acabei chegando em um organizador (que é o que ele faz, na verdade), que emprega uma equipe de programadores que escrevem coletores de dados na Web para montar livros sob demanda, de acordo com o interesse do cliente. Os livros já "montados" são divulgados para a venda, e quando alguém compra, aí que são realmente impressos. Devastadoramente moderno. E bem melhor que o povo que "monta" dissertações, monografias e trabalhos como profissão, engrossando as fileiras da corrupção.
Algo parecido, em termos de distribuição, já vinha sendo feito pela maior biblioteca pública de New York City, que imprime livros para os usuários, ao invés de emprestá-los. Basta que o título pertença à Open Content Alliance na Web (que conta com cerca de 200 mil livros), e seja levado à biblioteca em um dispositivo digital. E isso tudo de graça.
Aliás, falando em leitura, a Austrália também dá exemplo. Dizem que por lá você tem livros disponíveis nos ônibus. Pena que eu enjôo...




